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PARTICIPE DAS REUNIÕES DO GCEU

Faça parte deste grande projeto de crescimento da igreja.

São reuniões descontraídas e com líderes preparados.

Escolha um dos endereços e seja bem vindo:

 

Líder: Everton Miranda

Anfitriã: Sidnéia Souza da Silva

Rua Virginia Ferni, 1273 Ap 32-B

Segundas feiras 20:00hs.

 

Líder: Dc. Anderson Assis de Oliveira

Anfitrião: Tiago Henrique dos Reis

Rua Francisco Albani, 38 Ap 22-A

Segundas feiras 20:00hs.

 

Líder: Elço Alves Ribeiro

Anfitrião: Dirceu Aparecido Januario

Rua Francisco Bollini , 96  Ap 13b

Quintas feiras 20:00hs.

 

Lider: Sonia Aparecida Moraes

Anfitrião: Marcio Evangelista da Silva

Rua Eugenio Albini , 172  Casa 1 B

Segundas feiras 20:00hs.

 

Lider: Everton Miranda

Anfitriã: Durvalina Correia Silva

Rua Flôr da Redenção , 67  - São Miguel

Terças feiras 16:0ohs.

 

 

Líder: Abner Santos da Silva

Anfitriã: Izabel Maestra

Rua Guriri, 13 - Vila Carmozina

Quintas feiras 20:00hs.

 

Líder: Maria Sueli Costa Santana

Anfitriã: Tereza Maria da Maia

Rua Francisco Boline, 96 Ap 23-A

Segundas feiras 16:00hs.

 

Líder: Pr. João Joaquim

Anfitriã: Maria Dolores Gomes Tusi

Rua Daniel Mongolo , 134  ap 14-A

Segundas feiras 20:00hs.

 

Lider: Pr. Robson Luiz de oliveira

Anfitrião: João batista Ribeiro

Rua Maria Braumman Medonça , 510

Quintas feiras 20:00hs.

 

Lider: Paulo Ricardo

Anfitrião: Nedir David Miranda

Rua Professor Brito Machado , 924

Sabados 20:00hs.

 

 

 

A PEQUENA GRANDE Igreja Elim

 

Tive a oportunidade de visitar a Igreja Elim, em San Salvador, capital de El Salvador. Fiquei ali oito dias, compareci a programas e conversei com pastores. Busquei discernir o que acontece por lá e é capaz de transformá-la na segunda maior igreja local do mundo. Para aqueles irmãos salvadorenhos, a oração é uma prática adotada pelo povo em todo o tempo que se reúnem. Eles vivem intensamente o momento que oram. Há também um pastoreio intenso dos líderes e pastores ao rebanho e também entre as ovelhas. Os crentes encontram-se semanalmente várias vezes. Perguntam-se uns aos outros sobre sua vida pessoal. Oram. Preocupam-se especialmente com aqueles que não conhecem Jesus. O povo todo participa da prática contínua de evangelização. Ali, evangelizar não é uma responsabilidade dos pastores – mas é dever e privilégio de todos. Eles adotaram um jeito simples de viver como igreja. Organizam-se em pequenos grupos, e cada um deles tem um líder e um anfitrião. São mais de 6,5 mil líderes voluntários. Os líderes acompanham de perto as pessoas que freqüentam as reuniões nas casas, e para cada três deles, existe um supervisor voluntário. Para cada 16 supervisores, há um pastor de área de tempo integral; a cada oito pastores de área, há um pastor de distrito de tempo integral. Coordenando esses pastores distritais, há um pastor geral, que também cuida de trabalhos missionários em mais de 10 países, seguindo o mesmo modelo. Quando uma pessoa recebe Jesus como seu Salvador na Igreja Elim, logo recebe quatro visitas pessoais. Nestas visitas, fala-se sobre o poder e o significado da oração, importância da Palavra e, finalmente, sobre o batismo – e o novo crente pode decidir se deseja ser batizado. Os membros mais experientes participam de dois cultos semanais: um de estudo bíblico e outro sobre doutrinas. Os candidatos à liderança recebem um treinamento de cinco semanas. Há também uma rádio, operada 24 horas por dia, exclusiva para a disseminação e o ensino da Bíblia. Todos ouvem a radio de la Palabra desde que acordam. Quanto às crianças – e são mais de 25 mil –, há mil células semanais dedicadas exclusivamente a elas. No domingo, há um espaço para elas em paralelo aos seis cultos para adultos, com programação em linguagem infantil. Desde cedo, os pequenos são estimulados a entregarem suas vidas a Jesus e amarem a Palavra de Deus. Os cultos acontecem sob forte clima de celebração. Com seis mil pessoas por reunião, a diaconia é algo essencial. Para cada culto, cerca de 200 diáconos são escalados. Eles cuidam de tudo para manter a ordem e a reverência. Assim, a Igreja Elim é uma pequena igreja, vivendo os princípios do Evangelho nos pequenos grupos, que se ajuntam semanalmente em um grande povo, ultrapassando 100 mil pessoas. É um exemplo de como cuidar da multidão que precisa conhecer Jesus e crescer na fé. Rodolfo Montosa Bacharel em Teologia e administrador de empresas, diretor do Instituto Jetro www.institutojetro.com
 
fonte: http://revistaigreja.com.br/nav/texto.asp?cod=215&exclusiva=0&edicao=11
 

 

 

GRUPOS FAMILIARES - GCEU

 

IGREJA EM CÉLULAS  Ao Redor do Mundo

 

Seul, Coréia do Sul

O atual movimento de Igreja em Células surgiu em 1964 em Seul, na Coréia do Sul, quando o pastor David (Paul) Young Cho distribuiu os 2400 membros da sua igreja em pequenas células. O número de membros logo começou a se multiplicar! Veja a impressionante progressão:-

1964, 2400 membros

1972, 18.000 membros

1980, 150.000 membros

1982, 300.000 membros

1993, 700.000 membros

Atualmente,1.000.000!

Também na Coréia, há uma Igreja Presbiteriana e outra Metodista em células, com mais de 80.000 membros cada uma.

 

Costa do Marfim, África

No continente africano, a Primeira Igreja Batista da capital, liderada pelo pastor Dion Robert depois de se tornar uma Igreja em Células, cresceu e já conta com mais de 150.000 membros.

 

Bogotá, Colômbia

A Igreja dirigida pelo pastor César Castellanos tinha apenas 300 membros, hoje conta com cerca de 25.000 células, e mais de 250.000 membros! Aos domingos realizam vários cultos no Estádio de Bogotá, com frequência de mais de 20.000 pessoas cada.

 

San Salvador, El Salvador

A Missão Cristã Elim, pastoreada por Sérgio Solórzano, depois que entrou na visão celular, subiu de  3.000 membros, mais de 120.000 distribuidos em 5.300 células! Aos domingos, 600 ônibus alugados pelas células, transportam os membros das células para os cultos de celebração da Igreja.

 

Brasil

Estão vivendo a experiência celular, dentre outras, as seguintes igrejas: - Igreja Batista da Lagoinha, já com mais de 20.000 membros; Ministério Internacional de Restauração - MIR, em Manaus ( mais de 2.000 células, mais de 20.000 membros ); toda a rede de igrejas da Comunidade Sara Nossa Terra; Ministério Apascentar (Nova Iguaçu); Comunidade Presbiteriana Shekinah (Jacarepaguá-RJ - http://comunidadeshekinah.tripod.com.br ); Igreja Videira; Comunidade Vitória (Teresópolis), Igreja em Células Resgate (Niterói), e muitas outras Comunidades e Igrejas das mais diversas denominações.

 

VANTAGENS DE UMA ESTRUTURA DE

GRUPOS PEQUENOS

 

É Flexível - Como o grupo é pequeno, ele é livre para mudar procedimentos ou funções, sendo flexível quanto ao ritmo, tempo, frequência e duração das reuniões;

 

É Móvel - Um grupo pequeno pode se encontrar numa casa, num escritório, numa loja ou em qualquer outro lugar. Pode ir ao encontro das pessoas e não depende de persuadir estranhos a entrarem num ambiente desconhecido;

 

É Inclusiva - Há uma abertura cativante a todos os tipos de pessoas. A pessoa convidada sabe que alí ela é bem-vinda, por ser quem é;

 

É Pessoal - A comunicação cristã sofre pela impes-soalidade. A linguagem muito polida, profissional e  teológica se torna impessoal. Mas num grupo pequeno uma pessoa se encontra com outra pessoa; a comunicação se dá a nível pessoal. A Igreja deve utilizar-se de todos os meios de comunicação, mas nada deve substituir a comunicação pessoal.

 

Pode Crescer, Ao Se Desdobrar - Um grupo pequeno só é eficiente enquanto for pequeno, mas pode facilmente reproduzir-se. Ele pode multiplicar-se como célula viva em duas, quatro, oito ou mais, dependendo da vitalidade de cada grupo. Há incontáveis possibilidades para um crescimento numérico, sem o correspondente gasto financeiro e sem a diminuição do impacto espiritual.

 

Pode Se Tornar Um Meio Eficiente De Evangelismo - O grupo pequeno é o melhor ambiente em que pecadores podem ouvir a voz convincente e vitoriosa do Espírito Santo e nascer espiritualmente por meio da fé. O grupo vai descobrir que a fé é contagiante, quando a comunhão é genuína.

 

Não Requer Liderança Profissional - É necessário uma liderança segura nos grupos pequenos, mas a experiência tem comprovado que todos podem vir a se tornar líderes de células. Todo crente é um líder em potencial. A célula é o melhor ambiente para a reprodução de líderes.

 

É Adaptável à Igreja Institucional - A implantação de grupos pequenos é possível sem que a estrutura organizacional da igreja seja afetada. Os grupos pequenos se ajustam perfeitamente a qualquer tipo de organização eclesiástica.

 

 

OUTRAS VANTAGENS DAS CÉLULAS

  • São um agradável meio de envolvimento e comunhão para a maior parte das   pessoas;

  • Atraem pessoas que “repelem” as igrejas;

  • Permitem que mais líderes apareçam e se desenvolvam;

  • Transformam cada novo-crente num discípulo, discipulador;

  • Reproduzem-se com facilidade;

  • Encorajam a oração mútua e de modo mais pessoal;

  • Está de acordo com o modelo de Igreja dos apóstolos;

  • Facilitam o trabalho de ação social da Igreja;

  • São ambientes mais terapêuticos para as pessoas feridas;

  • Favorecem o estudo da Bíblia;

  • Permitem a expressão do verdadeiro amor;

  • Se constituem em ambiente cultural acessível a todos;

  • Conduzem à prática cristã, ao invés de ensinamentos teóricos;

  • Promovem a consolidação da mensagem do evangelho no coração do novo-convertido;

  • Propiciam rápido crescimento espiritual ao novo-convertido;

  • Levam o novo crente a firmar um compromisso sério com Cristo;

  • Dão ao novo crente o acompanhamento necessário ao seu desenvolvimento espiritual;

  • Formam missionários ganhadores de almas e discipuladores;

  • Levam o novo crente a se sentir amado pela comunidade da fé;

  • Atingem pessoas de todas as camadas socias;

  • É a melhor forma de penetração nos prédios das grandes metrópoles;

·        Atraem e agradam pessoas de todas as idades.

 

MAIS VANTAGENS DE UMA IGREJA CELULAR

·  Todos serão líderes, ninguém é inativo.

·  Relacionamentos fortalecidos.

·  Cada membro é valorizado.

·  Abre a oportunidade para que todos trabalhem, e não apenas alguns.

·  Poder de evangelismo aumenta, pois se alcança pessoas que não viriam inicialmente à igreja.

·  Outro ponto que facilita o evangelismo é o fato de se estar mais próximo da casa das pessoas.

·  Crescimento não depende de recursos financeiros (custos para abertura de uma igreja são elevados).

·  Estratégia para enfrentar tempos de perseguição.

·   Através do discipulado o ensino passa por todos os membros da igreja, favorecendo a unidade na fé e na visão.

 

O QUE ACONTECE QUANDO NÃO HÁ TRABALHO CELULAR?

  • Igrejas pequenas

  • Pessoas não são pastoreadas.

  • As pessoas entram pela porta da frente e saem pela dos fundos.

  • Pastor carrega o trabalho.

  • O potencial de liderança não é aproveitado - uns poucos se perpetuam na liderança.

  • Pessoas desmotivadas. A estrutura centralizadora favorece a acomodação.

  • Crescimento lento.

  • Incapacidade de reprodução.

  • Insatisfação (necessidades individuais não atendidas - falta de oportunidades).

 

 

A VISÃO:    

Fazer de cada lar uma igreja,

e de cada crente um discípulo discipulador,

para ganhar nossa nação para Jesus. 

 

“Voltar aos princípios do primeiro século para enfrentar os desafios do último”.

Substituir estruturas que favorecem a acomodação pelas estruturas bíblicas que levam a frutificação

 •  “Cada lar uma igreja, cada crente um discípulo discipulador”

 

É BÍBLICO O TRABALHO COM CÉLULAS?

 

"E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo." - Atos 5:42

O método de Grupos Familiares ( hoje denominados de Células ) é bíblico. O Senhor Jesus treinou os seus discípulos, deu as orientações necessárias, e os enviou de casa-em-casa ( Lucas 9:1-6 ). Posteriormente, enviou outros 70 discípulos também de casa-em-casa ( Lucas 10:1-10 ), os quais regressaram "possuídos de alegria, dizendo: Senhor, os próprios demônios se nos submetem pelo teu nome!" - Lc 10:17. Qual o propósito do Senhor Jesus ao enviá-los? O prosseguimento da obra e a expansão do seu reino por todo o mundo.

A igreja apostólica se expandiu rapidamente pregando o evangelho publicamente e de casa-em-casa. "Partiam o pão de casa-em-casa..." Atos 2:46; "de casa-em-casa não cessavam de ensinar..." Atos 5:42; "publicamente e também de casa-em-casa." -Atos 20:20. Por dois anos Paulo pregava o evangelho dentro da sua própria casa - Atos 28:30-31; a igreja na casa de Lídia (Atos 16:40); a igreja na casa de Priscila e Áqüila (Romanos 16:3-5); a igreja na casa de Filemon (Filemon 2).

A instalação de "Grupos Familiares" (ou Células de Multiplicação, ou de Evangelismo) não é nenhuma "onda" ou "modismo inconsequente", é, na realidade, um método bíblico, implantado pelo Senhor Jesus, aplicado com grande êxito pela Igreja do Novo Testamento, e que hoje o Senhor está restaurando na Igreja porque o Senhor deseja que o Seu Evangelho finalmente seja pregado em todo o mundo, e Ele tem pressa!

Deus quer você em uma célula! Ele quer usar você para ganhar almas, a começar pelos da sua própria casa.

Bênçãos tremendas do Senhor virão sobre aqueles que abrirem as portas das suas casas para as atividades das células de evangelismo!

Diga sim a Deus. Disponibilize-se para o serviço do Senhor! Entre em uma célula, e deixe que a célula entre na sua casa!

 

 O que são as células? (Grupos Familiares)

 

As células são as reuniões de pessoas salvas, já integrantes do Corpo de Cristo, e de pessoas que desejamos alcançar com o Evangelho. As reuniões das células têm como objetivo precípuo de evangelismo; nelas, outras células são geradas, logo, são excelentes lugares para convidarmos os ainda descrentes.

Cada célula é composta de, no mínimo, três componentes. Não existe limite para o seu crescimento, tal como o corpo que se desenvolve por meio de multiplicação celular, no entanto entendemos que, para melhor aproveitamento, cada célula não deve ultrapassar o número de vinte componentes, pois tendo a assistência de tal número, já é possível multiplicação.

 

Onde as células se reúnem ?

As células reúnem-se semanalmente em lares e escritórios, em fábricas, em escolas, em estacionamentos, em praças públicas, em restaurantes, enfim, em qualquer lugar fixo e com horário previamente combinado.

O alvo é que as células comecem a crescer e a multiplicar-se abundantemente para todas as direções da nossa cidade, do nosso Estado, da nossa nação e até alem das fronteiras (Mt 28:19-20).

 

Qual a ênfase das reuniões das células ?

A ênfase das células é a evangelização (o crescimento espiritual vem através do discipulado e será objeto de um programa específico).

 

Quem lidera as células ?  

Crentes professos que estiverem devidamente preparados

 

A importância da oração

Todo o trabalho das células deve ser feito com muito critério e debaixo de muita oração. Você estará fazendo discípulos, ame-os.

Jesus era disciplinado em oração. Ele orou a noite toda para escolher seus doze discípulos (Lc 6: 12-16). É necessário orar por cada um dos seus ! É necessário gerá-los e consolidá-los. Esse é o objetivo que fará com que se tenha células vivas e uma igreja sadia, dinâmica, fiel à Grande Comissão ( Mt 28:19,20 ).

 

O QUE NÃO É CELULA FAMILIAR?

·         Não é um grupo de oração

·         Não é um grupo de estudos bíblicos

·         Não é um grupo de discipulado

·         Não é um grupo de cura interior

·         Não é um ponto de pregação

 

OBJETIVOS:

1. Objetivos Gerais:

1.      Crescimento da Igreja

Proporcionar à igreja uma alternativa que lhe permita crescer integralmente, alcançando o maior número possível de crentes num ambiente favorável para o crescimento cristão e testemunho pessoal.

Implantar a  igreja  em bairros distantes da sede.

2.    Assistência espiritual

Contribuir para o fortalecimento das relações familiares, equipando os crentes, para que sejam agentes da bênção de Deus na transformação dos seus e dos vizinhos.

 

2. Objetivos Específicos:

·         Integrar os membros da igreja na tarefa de adoração.

·         Criar laços profundos e sinceros entre os lares.

·         Estimular o desejo pela Bíblia e pela oração.

·         Levar cada crente a compreender o que é crescimento cristão verdadeiro.

·         Responsabilizar cada crente como testemunha do poder e do amor de Jesus.

·         Apoiar e incentivar cada crente num ministério pessoal junto aos seus familiares, parentes e amigos.

·         Oferecer material e treinamento adequados para que o crente seja capaz de ensinar o que tem aprendido na Palavra de Deus e com a sua experiência de vida cristã.

·         Discipular crentes visando a maturidade cristã.

·         Despertar e treinar novos líderes para o serviço cristão.

·         Reconciliar crentes afastados, promovendo sua reintegração na vida da igreja.

·         Acordar os crentes inativos para que sintam-se partes integrantes do corpo.

·         Abrir novos lares para a evangelização e estudo da Bíblia.

 

 

A Preparação do Programa

 

. A conscientização sobre a importância dos Grupos Familiares.

O sucesso desse método de evangelização e discipulado depende, sem dúvida, dos que acreditam na sua importância e urgência. É necessário que todos tomemos consciência e que sejamos despertados por Deus a adotar esta estratégia no planejamento de expansão assim como no cuidado do rebanho. Utilizaremos os seguintes recursos para buscar tal conscientização: a) mensagens que motivem e despertem o interesse pelo programa de Grupos Familiares; b) artigos e destaques no boletim dominical; c) reuniões com os líderes da igreja; d) campanhas de oração; e) cartazes, painéis, gráficos, mapas, estatísticas, etc. f) carta circular aos membros interessados.....

 

. O alistamento dos Lares e Líderes.

Faremos este cadastro de lares e líderes com formulário próprio que nos ajudará a termos uma real visão do potencial e das disponibilidades que temos para iniciarmos o programa. Esta mobilização é importante para que sejamos capazes de identificarmos aqueles que desejam formar em seus lares GFs e aqueles que se apresentam como líderes em potencial. É bom que digamos que os GFs podem ser permanentes ou temporários e que podem funcionar em outros locais (escolas, trabalho, etc).

 

. O treinamento dos líderes.

Os líderes são aqueles que se responsabilizam pelo GF no sentido de dirigir as reuniões, conduzir os debates e promover a integração do grupo. Cada GF terá um líder treinado da melhor forma possível para exercer suas funções. O bom andamento dos trabalhos do GF depende, fundamentalmente, da qualidade da liderança. O líder será relacionado a partir de suas virtudes como líder cristão. São indispensáveis algumas características aos que se dispõem a liderar os GFs:

a) maturidade no conhecimento da Bíblia e na vida espiritual.

b) conduta reconhecidamente exemplar no lar, no bairro onde mora, no trabalho e na igreja.

c) interesse no preparo das lições e no estudo da Palavra de Deus.

d) visão evangelística e envolvimento dinâmico na obra do Senhor.

e) facilidade para expressar as idéias e relacionar-se com as pessoas de forma agradável.

f) disponibilidade de algum tempo para se dedicar ao GF.

g) capacidade para solucionar questões que, eventualmente, surjam durante a reunião ameaçando prejudicar o desempenho do grupo.

h) criatividade na forma de liderar as reuniões para que os encontros não se tornem rotineiros ou enfadonhos.

O treinamento dos líderes será feito em dois níveis:

 

Nível A: Treinamento quanto aos estudos bíblicos a serem aplicados

O treinador fará, com os líderes selecionados, os mesmos estudos que serão aplicados nos GFs. Nessa oportunidade, todas as dúvidas dos líderes, acerca dos textos bíblicos que os GFs vierem a estudar, serão devidamente esclarecidas. Uma análise expositiva dos versículos pode auxiliar, de maneira efetiva, a compreensão da mensagem e facilitar a interpretação do texto como um todo.

 

Nível B: Treinamento quanto ao método de conduzir as reuniões dos grupos familiares

Nesse nível o treinador apresenta aos líderes aos sugestões práticas no que se refere diretamente à aplicação do estudo ao grupo.

 

 

As principais orientações que os líderes devem seguir são as seguintes:

1) Antes da Reunião:

a) ore pelo GF com o qual você vai trabalhar e pela sua atuação como líder, pedindo a Deus que o oriente.

b) certifique-se de que você está na dependência do Espírito santo para a realização desse ministério.

c) procure chegar cedo a fim de criar um ambiente propício para o estudo e verificar se está tudo em ordem.

d) receba alegremente os participantes do GF e apresente uns aos outros para envolvê-los num ambiente de amizade e fraternidade.

e) seja pontual para iniciar e encerrar a reunião. Lembre-se de que os participantes provavelmente não se interessarão em voltar se o horário não for respeitado.

f) oriente pessoalmente a família hospedeira com antecedência.

 

2) Durante a Reunião:

a) use apenas uma versão da Bíblia para evitar dificuldades no estudo. Convém que cada GF consiga algumas Bíblias para distribuir entre os seus participantes.

b) o ideal é que o estudo fique restrito a um livro da Bíblia e que, caso não haja Bíblia, seja distribuído, pelo menos, um exemplar ou cópia do livro a ser estudado.

c) não permita que a reunião assuma caráter de culto formal ou que a sua palavra como líder se assemelhe a um sermão. A intervenção do líder deve manter um tom de conversação.

d) sua participação como líder não deve meramente restringir-se a responder perguntas. Leve o grupo a considerar as questões em conjunto, buscando um senso comum(exceto quando alguma idéia estiver muito distante do que diz o texto bíblico na essência). Expressões como: "alguém gostaria de acrescentar uma outra opinião sobre o assunto?" ajudam a desenvolver o grupo no debate.

e) respeite a opinião de todos, ainda que não concorde com ela.

f) evite atacar outras religiões e crenças ou iniciar discussões em torno de pontos doutrinários polêmicos. O objetivo do GF é estudar a Bíblia e não as religiões.

g) evite fazer críticas a outras pessoas.

h) seja flexível e tolerante.

i) propicie um ambiente onde haja liberdade para que os participantes façam perguntas e coloquem suas opiniões sem receio.

j) não fique tenso e procure manter o senso de humor, tratando a todos de modo agradável e demonstrando entusiasmo. Não faça brincadeiras que possam ofender as pessoas, nem seja irreverente.

k) ouça a opinião dos participantes com uma atitude positiva e evitando julgá-la.

l) nunca assuma uma atitude superior em relação ao grupo. Diga, de vez em quando, algo como: "vamos considerar juntos" ou "estamos aqui para descobrir lições importantes para as nossas vidas".

m) não permita, com cuidado e delicadeza, que alguém domine a discussão, motivando sempre a participação de todos no grupo de modo equilibrado.

n) faça as perguntas de modo que não iniba as pessoas ou as exponha demasiadamente. Evite perguntar sobre o que os visitante não saibam responder. Seja cauteloso com as pessoas tímidas.

o) não deixe que o grupo se desvie do assunto considerado nem dos objetivos do estudo. Se isso acontecer, sugira que outros assuntos sejam tratados após a reunião.

p) nos primeiros encontros, até que todos se conheçam melhor, o grupo tende a ficar calado. Estimule a discussão e anime o grupo a participar.

q) nunca obrigue ninguém a tomar uma decisão quanto ao que foi estudado. Somos chamados para semear a Palavra. Quem convence é o Espírito Santo.

r) procure perceber, pela expressão do rosto das pessoas ou por seus gestos se desejam fazer alguma pergunta ou observação, e logo dê oportunidades a elas.

s) evite citar teólogos ou termos teológicos que a maioria desconheça. O estudo deve restringir-se ao que diz o texto bíblico.

t) não exagere no uso de passagens bíblicas diferentes. Convém que seja analisado e debatido apenas o texto em pauta no estudo.

u) a leitura do texto bíblico pode ser feita de dois modos: ou o líder lê a passagem toda enquanto os demais acompanham em silêncio, ou cada participante é convidado a ler um versículo. Talvez seja interessante haver um revezamento desses dois métodos de leitura a cada reunião.

v) quando alguém fizer a leitura de em texto de modo que não se entenda, peça que a pessoa leia novamente. Se a leitura ainda for incompreensível, leve o grupo todo a ler o texto à uma só voz.

w) mantenha um controle sobre o tempo utilizado. Algumas perguntas podem ser discutidas rapidamente, enquanto outras exigirão um tempo maior.

x) fique sempre atento à oportunidade de deixar bem claro o plano de salvação do homem através de Cristo.

 

3) Depois da Reunião:

a) no final do estudo as pessoas deve ser levadas a testemunhar como as lições do texto se aplicam à nossa vida prática.

b) termine o estudo com uma consideração geral acerca do assunto, sempre deixando o desafio para que cada participante concretize aquela lição em sua vida.

c) ao encerrar a reunião lembre os participantes do dia e do horário da reunião seguinte.

 

4. O Treinamento da Família Hospedeira.

Quando o GF se reunir num lar, a família hospedeira, isto é, a família que reside na casa onde ocorrem os estudos, deverá receber do líder antecipadamente, orientações práticas que auxiliem a cooperar com o bom andamento da reunião. As orientações são as seguintes:

a) orar diariamente pelo GF e pelas pessoas que estiverem participando das reuniões.

b) convidar pelo menos 30 pessoas não crentes para a participação do GF, entregando-lhe pessoalmente um convite especialmente preparado para este fim. Isto é vital para o êxito do programa. Ao entregar o convite é necessário explicar o que significa o GF e quais são os seus objetivos. Os seguintes tópicos precisam ser enfatizados:

o   não é preciso ter conhecimento da Bíblia, basta ter o desejo de aprender.

o   não é um encontro para se ouvir uma palestra sobre a Bíblia, mas o grupo participa do estudo em conjunto com as opiniões e contribuições de cada um.

o   não é uma aula de religião que, após determinado período, aprova ou reprova os participantes mediante a aplicação de um exame escrito.

o   não é uma discussão onde cada pessoa presente defenda sua religião, mas para compreender os textos bíblicos e saber aplicá-los à vida diária.

o   as reuniões pretendem desenvolver um espírito de maior fraternidade entre as pessoas que participam do GF.

c) arrumar o local da reunião antes que o grupo comece a chegar, providenciando iluminação apropriada, desligando o rádio ou a TV pelo menos 10 minutos antes da reunião e dispondo os assentos em círculo.

d) receber os participantes à porta, com alegria e entusiasmo, deixando-os bem à vontade e descontraídos.

e) ao término da reunião, estimular os visitantes para que retornem no próximo encontro.

f) É possível oferecer lanches, refrigerantes, etc. Porém é preferível fazer uma lembrancinha como um marcador de Bíblias, por exemplo, para oferecer aos participantes.

 

5. A participação de crentes no Grupo Familiar.

Os crentes que estiverem participando do GF também são responsáveis pelo desempenho positivo da reunião. Portanto, deverão ser orientados a:

a) orar em favor do GF e do grupo em geral.

b) comparecer aos encontros com sua Bíblia e ser pontual.

c) levar visitantes não crentes para participarem do estudo.

d) ajudar a manter a ordem na reunião, evitando conversas paralelas ou assuntos que desviem os participantes do objetivo principal do estudo.

e) cumprimentar as pessoas presentes e ser agradável com todos.

f) participar do estudo não esquecendo-se de que a prioridade é a participação dos não crentes.

 

6. A estrutura das reuniões dos Grupos Familiares.

Tanto os líderes quanto as famílias hospedeiras precisam de orientação específica no que se refere à forma de funcionamento do GF. A estrutura das reuniões deve ser caracterizada, essencialmente, pela sua simplicidade e descontração, mas devemos ressaltar o seguinte:

a) não convém que o tempo de duração de cada encontro exceda a uma hora ou, no máximo, uma hora e meia.

b) a reunião pode ter seu início com uma oração rogando as bênçãos de Deus para o estudo a ser feito.

c) o estudo bíblico deve ocupar a quase totalidade do tempo, por ser o motivo principal do encontro.

d) após o estudo, as pessoas presentes são convidadas a apresentar seus pedidos de oração, e para encerrar a reunião, o grupo pode cantar um cântico bem fácil e orar considerando os pedidos feitos.

 

7. Outras questões importantes para o funcionamento do GFs.

O líder do GF precisa estar preparado para solucionar algumas questões específicas que surjam no decorrer dos encontros do GF:

 

a) quanto à presença de crianças nas reuniões.

As crianças precisam de alguém que as reuna em outra dependência distinta dos adultos e desenvolva com elas uma atividade que possua, também, objetivos evangelísticos(como contar histórias, ensinar cânticos e trabalhos manuais). O líder ficará responsável por escalar semanalmente alguém que se dedique a essa atividade com as crianças presentes ao encontro.

 

b) quanto à presença de pessoas que não saibam ler.

Os não-alfabetizados precisam ser respeitados durante os estudos e, embora não possam acompanhar a leitura, serão convidados a ouvi-la com atenção e participar com as perguntas e observações que desejarem fazer. Eles devem receber igualmente o certificado de conclusão do curso.

 

c) quanto ao número de participantes.

O ideal é que cada GF reuna de dez a quinze pessoas. Caso o número de participantes aumente além desse limite, o melhor a fazer é dividi-los em dois GFs que se reunam em lares ou locais diferentes.

 

d) quanto à visitas inesperadas.

Pode ocorrer que, durante o estudo, a família hospedeira receba uma visita inesperada(parentes ou amigos). Nesse caso, os visitantes também devem ser recebidos pelo grupo e convidados a também participar do estudo.

 

e) quanto ao controle de presença.

O líder pode ter o seu controle pessoal de freqüência sem que, necessariamente, exija dos participantes que respondam a uma chamada para evitar a idéia de "cobrança". No primeiro encontro, cada membro do GF escreve seu nome e endereço na folha de matrícula e presença e, a partir daí, o líder marca a presença dos componentes do grupo por reunião, à medida em que forem chegando. Algumas igrejas enviam um cartão por ocasião do aniversário do participante.

 

 

ROTEIRO PARA REUNIÃO DA CÉLULA

 

1. Palavras de Boas-Vindas ( poderá ser dada pelo líder ou a pedido deste por um dos Timóteos )

2. Apresentação dos Visitantes ( anotação dos seus nomes e endereços )

3. Quebra-Gelo ( no máximo 05 minutos )

4. Oração pedindo ao Senhor que cerce o lugar com muralhas de fogo e que acampe os seus anjos ao redor, bloqueando toda e qualquer investida do império das trevas ( com base em Zacarias 2:5 )

5. Louvor: 02 corinhos ( no máximo 03 )

6. Estudo da Bíblia - 30 minutos, no máximo ( cada pergunta deve ser formulada a um dos participantes para que haja o envolvimento de todos, faça sempre uma aplicação prática do estudo enfatizando que "nós também devemos agir assim, fazer assim, etc.; apelo para que todos vivam o que foi aprendido )

7. Intercessão - 05 minutos ( pelos presentes; pelos pedidos da caixinha; pelos nomes objeto da oração de três; pelo lar hospedeiro )

8. Agradecimentos e término sempre com a leitura bíblica pelo dirigente de Números 6:24-26

9. Convocação para a próxima reunião: o dirigente dirá: "Nosso próximo encontro será na próxima ____ feira ( ou sábado ) às ____ horas. Conto com a presença de todos vocês. Teremos um estudo muito importante na próxima semana que você não pode perder!".

10. Lanche

Atenção: Siga rigorosamente este roteiro - não insira novidades ou modificações. Não estique a reunião e nem insira louvor após a mensagem para que todos saiam impactados pela Palavra e pelas orações.

 

  

DICAS PARA O QUEBRA-GELO

1. Como foi o seu dia hoje?

2. Você teve dificuldades para chegar aqui?

3. Você é a favor de se ter em casa animais domésticos? Qual você mais gosta? Que animal você tem?

4. Você gosta de música? Que tipo ?

5. Você costuma ouvir rádio? Qual a rádio que você mais ouve?

6. Que tipo de filme você mais gosta?

7. Se dinheiro não fosse problema, onde você gostaria de passar as suas férias?

8. Se você pudesse viajar para o exterior, qual seria o lugar da sua preferência?

9. Você já teve que tomar alguma decisão difícil na vida? Qual foi?

10. Você gosta de aventuras?

11. Descreva um fato que teve grande impacto na sua vida.

12. Você gosta de ler? Qual o livro que leu recentemente?

13. Você acha que o elogio cobrado tem algum valor?

14. Se você pudesse comprar e ter no bolso um detector de mentiras que disparasse toda vez que alguém mentisse, você compraria?

15. O que é capaz de tirar do sério?

16. Você estuda? Qual a matéria que você menos gosta?

17. O que você acha da pessoa usar tatutagem?

18. Se você pudesse mudar alguma cousa na sua vida, o que seria?

19. Você é a favor da pessoa fazer plástica por motivos meramente estéticos?

20. Se você pudesse entrar no túnel do tempo e voltar ao passado você entraria?

21. Qual a história infantil da sua preferência?

22. Você valoriza uma boa amizade?

23. Que tipo de comida você mais gosta?

24. Se você visitasse um país como india ou china, você teria coragem de comer os pratos ezóticos que eles comem (grilo, tanajura, cobra, etc. )?

 

Relatório Semanal das Células

 

DATA DA REUNIÃO:

 

_____/_____/________

DIA DA SEMANA:

 

SEG__TER__QUA__QUI__SEX__SAB__DOM__

HORÁRIO:

 

____________________

 

LIDER:

LIDER EM TREINAMENTO:

ANFITRIÃO:

ENDEREÇO:

 

RUA: _________________________________________________________ Nº ____________ APTO___________

 

BAIRRO:

CIDADE:

ESTADO:

TOTAL DE PESSOAS

PARTICIPANTES:

VISITANTES:

CRIANÇAS:

DECISÕES NA REUNIÃO

TEMA DO DIA: (Escreva o titulo do estudo do dia completo)

LISTA DE PRESENTES:  (Use a parte detrás da folha se necessário)

1

16

2

17

3

18

4

19

5

20

6

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9

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11

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12

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13

28

14

29

15

30

ASSINATURA DO LIDER:

ASSINATURA DO LIDER EM TREINAMENTO:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As Informações deste formulário são de muita importância para nosso bom andamento, prencha todos os dados em letra legível e devolva ao cordenador das células.

 

 

 

Primeira Igreja Batista de Manaus. 

Pastor NORTON RIKER LAGES

Grupos Familiares

A Igreja está utilizando Grupos Familiares. A visão de Grupos Familiares, já foi divulgada e incluída no Planejamento Estratégico. O Pastor Norton Riker Lages convidou pastores que já trabalham com grupos familiares para entusiasmarem a igreja, assim como o pastor e a liderança atual já freqüentaram o seminário sobre Grupos Familiares. Estudamos os materiais da Sepal e do Ministério Igreja em Células, cujo site é http://www.celulas.com.br

Tivemos o Grupo Piloto e realizamos as primeiras multiplicações. Agora, estamos motivando outros membros a ingressarem em novos grupos ou oferecerem suas casas para hospedagem de grupos. A ênfase em 2001 será maior porque a igreja está trabalhando com o tema "UMA FAMÍLIA CRESCENDO EM CRISTO". Os membros que desejarem participar dos grupos devem preencher a Ficha que acompanha os Boletins dominicais.  

 

 

Perguntas de Internautas

Considerando que temos recebido e-mails indagando sobre nossas estratégias quanto aos grupos, sintetizamos abaixo respostas às perguntas mais comuns:

 

Por que a PIB incluiu GF no seu planejamento de crescimento?

R- Porque foi constatado na pesquisa feita com a membresia no primeiro trimestre de 1998 que a igreja precisava melhorar em comunhão, evangelismo e discipulado (apesar de sermos igreja plantadora de igrejas - veja item Evangelização neste site); e, porque, segundo pesquisa feita com mais de 1.000 igrejas que estão crescendo, em todos os continentes, o princípio mais importante é, sem dúvida, a multiplicação em pequenos grupos. (Pesquisa do Instituto para o Desenvolvimento da Igreja - Alemanha, no livro "O Desenvolvimento Natural da Igreja", de Christian A. Schwartz, pag. 33).

 

Por que a PIB utilizou o nome Grupo Familiar e não Células?

R - Porque o nome Grupo Familiar está mais ligado às igrejas evangélicas históricas (batista, presbiteriana, congregacional etc) e o nome Células está mais ligado aos grupos carismáticos. Embora o nome células seja utilizado em outros locais do Brasil por igrejas batistas, esse nome em Manaus está muito relacionado aos grupos com práticas pentencostais. Também está muito associado às terminologias "G-12" e "Encontro", e esse encontro é uma fase no processo de G-12, do qual discordamos pelas doutrinas nele ensinadas, e é melhor não confundir.

 

Qual a finalidade do GF?

R - É um grupo de no mínimo 5 crentes que se reúnem com objetivo de comunhão mútua, evangelização de amigos, parentes e vizinhos, e fortalecimento do discipulado dos que se converterem através do GF; o grupo visa o crescimento para multiplicação no período de 6 meses a 1 ano. No Grupo Familiar existe a prática do relacionamento, treinamento, liderança, evangelismo e edificação. Pode-se usar o slogan de "cada casa uma igreja, cada crente um ministro".

 

Como se forma o GF?

R - O GF piloto ou protótipo se formou sob a liderança do Pastor, e visou fazer a experiência para se chegar ao modelo a ser usado pela PIB. Esse grupo foi multiplicado com os componentes do grupo piloto e com o acréscimo de irmãos interessados. Agora, os GFs estão colocando em prática a sua finalidade, utilizando uma casa (o hospedeiro oferece a casa e o pastor aprova o local); um líder (é quem dirige a reunião, faz o acompanhamento dos membros, e treina auxiliares); um ou dois auxiliares (pessoas que vão sendo treinadas na prática, assumindo partes da reunião, e devem estar prontas para liderar novos grupos, dentro da visão da multiplicação). Os membros interessados e que não fizeram parte do grupo piloto ou da primeira multiplicação poderão ingressar em novos grupos, mediante estudo de transição, para compreenderem o que é grupo familiar e não distorcerem sua finalidade.

 

Como acontece a reunião do GF?

R - Todos devem participar não com a expectativa de que vai receber algo, mas de que é um ministro (sacerdócio de todos os crentes) e, portanto, cada um deve edificar o outro. O encontro tem quatro partes bem definidas, simbolizadas por quatro "E": 1 - Encontro - você para mim - é o momento em que os membros se encontram e se conhecem através de quebra-gelo (perguntas sobre a vida, para permitir conhecimento mútuo, como por exemplo: - qual o local em que vivia na sua adolescência?); 2 - Exaltação - nós para Deus - é o momento de louvor, adoração e gratidão ao Senhor; 3 - Edificação - Deus para nós - é o momento em que um texto bíblico ou o resumo de um sermão dominical é aplicado à vida prática dos crentes, e o líder não ensina, apenas facilita a participação de todos para compromissos práticos com o Senhor; 4 - Evangelismo - Deus por meio de nós - é o momento de orar pelos amigos que estão pretendendo evangelizar, compartilhar momentos com Deus e planejar o que será feito para o crescimento e multiplicação. Os amigos devem sofrer a nossa influência cristã, mas a pretensão é que sejam trazidos para o GF, a fim de compartilharem, na prática, a nossa fé. É uma forma de pescar com rede (o GF), e não só de caniço (evangelismo pessoal). E os novos crentes terão relacionamentos para se manterem na igreja e servindo ao Senhor.

 

Como funciona a estrutura do GF?

R - Existem no mundo alguns modelos de administração de grupos familiares ou células. Estamos usando o denominado G-5, porque começa com um Líder de um grupo mínimo de 5 membros, e multiplica quando ultrapassa o dobro desse número, em média; utiliza um Supervisor para administrar 5 grupos familiares ou mais; utiliza um Coordenador para administrar 5 áreas de supervisão ou mais. Essa forma é também chamada sistema de Jetro, em referência à forma sugerida a Moisés para administrar o povo de Israel no deserto. O Pastor presidente sempre será o líder maior, ou seja, foi o líder do Grupo piloto ou protótipo, é o atual Supervisor dos Grupos existentes, e será o primeiro Coordenador quando tivermos vários supervisores. Ressalte-se que todos os outros sistemas de administração de grupos ou células iniciaram com esse modelo e, depois de ganharem experiência com esse método que já está sendo praticado há mais de 30 anos, fizeram adaptações à sua realidade. 

 

Por que não usamos o G-12?

R - Primeiro, convém explicar que o G-12 (grupo de 12 discípulos) foi uma modificação do trabalho de grupos familiares, implantado pela Missão Carismática Internacional - Bogotá. A razão principal de não usarmos o G-12, é que cada membro de uma Célula, na fase de consolidação, deve passar pelo "Encontro", que é um retiro de final de semana, no qual são ensinadas doutrinas e práticas que contrariam nossas doutrinas batistas. A segunda razão é que o sistema G-5 é mais adequado para igrejas médias e grandes que já existem há alguns anos, porque existe material específico para se fazer a transição de forma segura, sem quebrar a igreja, que não é nossa, é do Senhor. A terceira razão é porque mudar as estruturas sem mudar os valores implica em desastre, e a transição em uma igreja como a PIB é uma necessidade, para melhorar a comunhão e a evangelização, sem mudar as doutrinas.

 

Por que não fazemos o Encontro e não o recomendamos aos nossos membros?

R - Porque nesse retiro de final de semana são ensinadas doutrinas e práticas que contrariam nossas doutrinas, pois o crente é levado a se reconverter, uma vez que passa pelos processos de convicção de pecados, arrependimento e libertação, que são aspectos já resolvidos quando aceitamos e confessamos Jesus Cristo como nosso Salvador e Senhor; também trata de Batismo do Espírito Santo, e libertação de Maldições hereditárias e ministeriais, que contrariam a Palavra de Deus, segundo nossas doutrinas batistas.

Observação Importante

Estes esclarecimentos não tem o propósito de atacar o ministério cristão de qualquer igreja. Tem o propósito de explicar como agimos e por que agimos, dentro das nossas doutrinas. Tem o propósito, também, de motivar Líderes e Crentes experientes a não ficarem em busca de tenda no monte da transfiguração, mas, como servos, descerem aos vales e, encontrando as multidões errantes como ovelhas que não tem pastor, sejam exemplo dos fiéis e praticantes da Palavra.

Pastor NORTON RIKER LAGES - Pastor da Primeira Igreja Batista de Manaus. 
Diácono VANIAS BATISTA DE MENDONÇA - Coordenador de Planejamento da PIB.

 

 

 

 

GRUPO DE ESTUDO BÍBLICO

 

O objetivo de um grupo bíblico

Cada participante deve encontrar por si mesmo:

1. O que diz a Bíblia(compreensão da Palavra).

2. O que a Palavra significa para a sua vida(aplicação da Palavra).

 

 

1.      A função do líder nas perguntas e respostas

1. Normalmente as perguntas devem começar com:

a)     Quem?(de quem? a quem? para quem?) 

b)     O que?(qual?)

c)     Onde?(donde?)

d)     Quando?

e)     Por que?

f)      Para que?

g)     Como?

2. A pergunta precisa ter como único objetivo verificar o que a Bíblia diz - ou o que a Palavra significa para nós - não, porém, verificar a opinião ou a convicção dos participantes. Não se deve fazer perguntas gerais e sim bem específicas.

3. Se para uma pergunta não se encontra resposta o líder deve repeti-la de forma mais fácil - se mesmo assim não se encontrar resposta, ele deve citar uma passagem bíblica, que contenha a resposta, ler a passagem e deixar que se encontre a resposta. Acostumar a responder a partir da Bíblia e não do tesouro da tradição ou do raciocínio superficial. A resposta está na Bíblia!

4. O líder não deve repetir a resposta. Exceção em grandes classes, onde muitos participantes não conseguem fala suficientemente alto. O líder deve confirmar a resposta com "sim" ou uma palavra pessoal que a reforça.

5. O líder deve tentar achar em cada resposta a relação com sua pergunta. Não forçar obrigatoriamente a resposta que ele imaginou.

6. Rejeitar com "não" somente as respostas dogmaticamente falsas, que ao mesmo tempo devem ser corrigidas com precisão - sem, porém, desmoralizar ou envergonhar o participante.

7. Participantes tímidos devem ser animados, deixando-os ler um versículo ou dirigindo-lhes pessoalmente uma pergunta fácil. Por outro lado, participantes que respondem muito rapidamente sem serem solicitados, devem ser contidos com uma observação amável.

8. O líder deve sempre manter a iniciativa - dirigir o desenvolvimento do estudo através de breves comentários e formular suas perguntas de modo que o assunto prossiga.

 

2. Como o líder ajuda os participantes a fazer descobertas por si mesmo?

1. Leitura repetida do texto e anotação da impressão pessoal.

2. Localizar verbos e substantivos e verificar o que eles têm a nos dizer.

3. Mandar esclarecer conceitos do texto através de pesquisa da passagem em passagens semelhantes (passagens paralelas, concordâncias).

4. Mandar dar títulos a capítulos ou textos.

5. Mandar relacionar o trecho, estabelecer significados de certos versículos.

6. Mandar anotar o que a Palavra tem a nos dizer pessoalmente.

 

3. A tarefa do líder no diálogo

1.O diálogo é uma troca de idéias informal - através de uma pergunta do líder é liberado o diálogo. O diálogo é, portanto, uma permanência na mesma questão, sobre a qual, muitos - ou todos os participantes se manifestam.

2. As perguntas para início do diálogo são, por exemplo:

a) No início do estudo: 1) o que vocês encontraram neste trecho? 2) o que impressionou particularmente neste trecho? 3) o que este estudo lhe trouxe pessoalmente?

b) No final do estudo: 1) o que vocês levam hoje para casa da Palavra de Deus? 2) quais as descobertas neste trecho ainda não foram citadas?

3. O diálogo deve manter-se fortemente ligado ao objetivo de um grupo de estudo bíblico:

a) o que a Bíblia diz?

b) o que significa a Palavra para mim?

O diálogo nunca pode se tornar discussão! Respostas que desviam, como: "eu penso..." não devem ser consideradas ou devem ser rejeitadas.

4. Perguntas que se relacionem com o texto estudado devem ser respondidas rapidamente, perguntas não relacionadas devem ser obrigatoriamente rejeitadas - talvez com a observação amável de que mais tarde se falará pessoalmente com quem fez a pergunta.

5. O diálogo poderá ocorrer no início e no fim do estudo, e também ainda no meio, se o texto permitir. Se o texto for difícil para os participantes, o diálogo não deve ocorrer no início, mas somente após o estudo. Se no final do estudo se convidar para uma decisão pessoal - à entrega, por exemplo, o diálogo no final do estudo deve ser suprimido.

6. o líder deve manter o controle do diálogo, dirigindo-o através de comentários curtos e pessoais.

7. Ao final do estudo o líder faz um resumo, em que inclui as coisas mais importantes que foram ditas, de modo que fiquem gravadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

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